Rádio e jornal ainda funcionam para vereador? Descubra agora

Você já parou para pensar se ainda vale a pena investir tempo e recursos em rádio, jornal impresso ou panfletos? Essa é uma dúvida frequente na comunicação para vereadores. Com todo mundo falando apenas de redes sociais, parece que o “jeito antigo” de fazer política perdeu o sentido. Mas será que o mandato de vereador pode sobreviver apenas de likes e compartilhamentos? A resposta pode te surpreender.

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Muitos parlamentares, sejam iniciantes ou experientes, caem na armadilha de achar que o mundo agora é 100% digital. Eles abandonam as bases, param de dar entrevistas para a rádio local e focam apenas em fazer dancinhas na internet. O resultado? Perdem a conexão real com a população que não vive conectada 24 horas por dia.

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O rádio e o jornal morreram?

A resposta curta é: não. O que mudou foi a atenção das pessoas. Antigamente, a família sentava reunida para ouvir o rádio ou ler o jornal. Hoje, a pessoa ouve rádio no carro enquanto olha o WhatsApp no sinal fechado. A atenção está dividida.

Para um vereador, os veículos tradicionais ainda têm um peso enorme de autoridade. Pense comigo: qualquer um pode postar um vídeo na internet, mas não é qualquer um que é entrevistado no jornal do meio-dia. Quando você aparece nesses veículos, você ganha credibilidade.

Além disso, o rádio ainda é o companheiro fiel de muita gente em comunidades mais afastadas ou durante o trabalho. Abandonar esses canais é deixar de falar com uma parcela gigante dos seus eleitores.

O segredo é misturar os canais

O grande erro não é usar a comunicação tradicional, mas sim usá-la de forma isolada, como se estivéssemos nos anos 90. O segredo para um mandato de sucesso é fazer o tradicional e o digital trabalharem juntos.

Veja como fazer isso na prática:

  • Entrevista na rádio: Não vá apenas falar. Peça para alguém da sua equipe gravar os bastidores, tirar fotos e filmar suas melhores falas. Depois, poste esses trechos nas redes sociais. Avise seus seguidores: “Estou ao vivo agora na rádio tal, liga lá!”.
  • Jornal impresso: Saiu uma matéria sobre um projeto seu? Tire uma foto bem bonita da página do jornal e poste. Isso prova que seu trabalho é sério e repercute na cidade.
  • Panfletos e informativos: Não faça aquele papel cheio de texto que ninguém lê. Faça algo visual e coloque um QR Code (aquele código quadrado) que leva direto para o seu WhatsApp ou para um vídeo explicando o assunto.

O “boca a boca” ainda é rei

Sabe qual é a ferramenta de comunicação mais antiga e eficiente do mundo? O contato olho no olho. Nenhuma rede social substitui a visita ao bairro, o café na casa do morador ou a reunião na associação de bairro.

A tecnologia deve servir para ampliar o que você faz na rua, não para substituir. Se você ficar trancado no gabinete apenas produzindo vídeos, vai perder o pulso da cidade. A comunicação tradicional, que inclui o trabalho de rua, gera as histórias e as demandas reais que vão alimentar suas redes sociais depois.

Como modernizar sua atuação

Para que a comunicação tradicional funcione hoje, ela precisa ser mais rápida e direta. O eleitor não tem paciência para discursos longos e vazios, seja no rádio ou na tribuna.

Se você sente que precisa de ajuda para estruturar essa rotina e entender como organizar seu gabinete para dar conta de tudo isso — rua, rádio, redes sociais e projetos —, existe um caminho mais curto.

O curso Eu Vereador – Mandato, da Academia Vitorino e Mendonça, foi desenhado exatamente para isso. Ele ensina como organizar a casa, dividir as tarefas da equipe e criar uma comunicação que funciona de verdade, unindo o melhor do tradicional com o digital. Vale a pena conferir para não perder tempo batendo cabeça.

3 erros para evitar hoje mesmo

Mesmo sabendo que o tradicional importa, cuidado para não cometer estes deslizes comuns:

  1. Falar difícil no rádio: Lembre-se que você está falando com a dona de casa, o taxista, o trabalhador. Use linguagem simples. Em vez de “vamos implementar melhorias na infraestrutura viária”, diga “vamos tapar os buracos da rua”.
  2. Ignorar as críticas: Na comunicação tradicional, o retorno demorava. Hoje, se você fala algo no rádio, o WhatsApp da emissora lota de mensagens na hora. Esteja preparado para ouvir e responder com educação, sem brigar.
  3. Achar que panfleto ganha jogo sozinho: Entregar papel na rua sem conversar com a pessoa é jogar dinheiro fora. O material impresso é só um apoio para a sua conversa.

Para não esquecer

A comunicação tradicional não morreu, ela apenas evoluiu. Para ter um mandato forte, anote aí:

  • Use o rádio e jornais locais para ganhar autoridade e credibilidade.
  • Transforme suas participações na mídia tradicional em conteúdo para as redes sociais.
  • Nunca abandone o contato direto com a população nos bairros.
  • Seja simples e direto na sua fala, fugindo do “politiquês”.

Agora é com você! Que tal agendar uma visita à rádio da sua cidade ou planejar sua próxima caminhada no bairro? Mãos à obra!

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